CONDUÇÃO E MEDICAMENTOS
A condução automóvel é uma tarefa complexa que exige a recolha e integração de informação muito diversa que tem que ser devidamente tratada, requerendo respostas ajustadas e seguras às várias situações de trânsito com que o condutor se vai confrontando.
O acto de conduzir exige às várias situações de trânsito com que o condutor se vai confrontando.
O acto de conduzir exige que as faculdades do condutor estejam em perfeitas condições de forma a estar apto a responder adequada e atempadamente às numerosas exigências da circulação rodoviária e riscos que lhe estão subjacentes.
Poucos condutores sabem que os medicamentes, embora necessários para o bem estar das pessoas, podem, em algumas situações, prejudicar o desempenho físico e psíquico dos indivíduos.
Vários medicamentes que actuam a nível do sistema nervoso como, por exemplo, os antipsicóticos, ansiolíticos, hipnóticos, sedativos ou antidepressivos (e outros psicotrópicos), podem afectar a competência para a condução automóvel prejudicando as capacidades de atenção e vigilância, o tempo de reacção, as capacidades perceptivas e cognitivas e o desempenho motor (muscular e de reflexos).
Contudo, os problemas não se circunscrevem à utilização de fármacos em doenças graves ou crónicas - com estes os doentes estão mais controlados, informados e atentos às suas limitações. É, também, necessário ser cuidadoso com medicamentos presumivelmente "inocentes" para episódios clínicos passageiros e/ou menos graves, que podem não necessitar de receita médica e que, por essa razão, não se associam à condução de veículos.

.jpg)



